domingo, 16 de outubro de 2011

Idolatria e Desespero


Correndo na contramão;
Procurando por respostas
Sobre a dor que ninguém sentiu.
... A água que não fluiu.
O sangue despercebido;
Auto-flagelo.
O morto esquecido.
Vendo o fechar das portas;
De algo tão singelo...
... Mas quem viu?
O sacrifício em vão
Da inocência que nunca existiu.
Idolatrada e desesperada;
Sedenta de compaixão
Aguarda no silêncio eterno;
Enfim, encontra a liberdade.
Mas a corrupção a perverteu...
... Então percebe que é tarde.

Daiana Michaelsen Mergener

4 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. ... muito legal Daiana... sensível... vou ler os teus posts aos poucos... bjs

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  3. Daiana,

    Está ficando melhor. Fez umas melhorias, muito bom... mas o espaço pra criatividade é infinito. Bjs

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  4. e aquelas que você disse que escreveu? rsss

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