Correndo na contramão;
Procurando por respostas
Sobre a dor que ninguém sentiu.
... A água que não fluiu.
O sangue despercebido;
Auto-flagelo.
O morto esquecido.
Vendo o fechar das portas;
De algo tão singelo...
... Mas quem viu?
O sacrifício em vão
Da inocência que nunca existiu.
Idolatrada e desesperada;
Sedenta de compaixão
Aguarda no silêncio eterno;
Enfim, encontra a liberdade.
Mas a corrupção a perverteu...
... Então percebe que é tarde.
Daiana Michaelsen Mergener
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir... muito legal Daiana... sensível... vou ler os teus posts aos poucos... bjs
ResponderExcluirDaiana,
ResponderExcluirEstá ficando melhor. Fez umas melhorias, muito bom... mas o espaço pra criatividade é infinito. Bjs
e aquelas que você disse que escreveu? rsss
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