quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Sinestesia!



Sinestesia!

O vento sopra em meus cabelos
E sussurra em meu ouvido...
... Indecências!
Que me atraem, como atraem!
Uma dose, duas ou três;
Até onde isso vai?
Mente exacerbada, pulsação acelerada.
Eufonias sociais.
Por que sempre quero mais?
Fome de liberdade, desejo de partir.
“Quero o dom da Sinestesia”
Sentidos aflorados, percepções aguçadas.
Estrela d’Alva, guie-me!
No epílogo sem final;
A seqüência escarlate
Desse antigo ritual.


Daiana Michaelsen Mergener.

2 comentários:

  1. ... sabe, sinestesia até que não seria mal (contanto que não se extendesse por mais de um dia)... rsss, tudo de bom pra você!

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